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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Making of da senhora Arajany: pedaços do amor que surge do nada e os reveses de um casamento no meio da rua

As outras pretas que me perdoem, mas Arajany é fundamental

Qualquer coisa estranha está por aí conduzindo a vida das pessoas. Há 4, três anos, quem é que podia me dizer que, ao invés de estar aplicada num doutorado e afogada nos papéis centenários sobre a escravidão no Brasil Império, eu estaria no Méier montando um véu com os olhos passando da noiva pros desenhos do Debret. Uma ideia louca, eu ainda não sei como nem porque a Arajany achou que fazia todo sentido.

A gente se conheceu numa noite entre a Rua do Ouvidor e a Rio Branco. Chovia e cês sabem que o Rio quando chove se torna uma cidade maravilhosa pra gente passear, só que não. A van me deixou lá na puta que pariu na Central, mas, beleza, vamos andar até a Praça XV de salto alto? Fiquei na calçada procurando o sinal do céu que ia trazer uma preta de cabelão Thaís Araújo e aí ela apareceu preu morrer de inveja.
Finquei escritório no sebo/cafeteria/boteco onde costumo atender as meninas, pus a papelada necessária em cima da mesa e mandei a pergunta mais importante da noite:
- Vem cá, teu nome é Arajany por causa de que?
Mas fui surpreendida, ela foi e respondeu com uma pergunta ainda mais importante no meio daquela noite abafada do cacete:
- Vem cá, tá permitido pedir uma cerveja?

Foi assim que a conheci, naquele dia junto ao mar e, desde então, eu sei lá, tô presa em algum encanto e já não consigo imaginar minha vida sem o encanto, graça e amizade dessa menina; minha vida fora da vida dela, fora da sua história. Qualquer coisa estranha está por aí conduzindo esse Braziu.

Depois, quando saírem as fotos do casamento pra valer, eu paro pra explicar direito como é que foi que um uma recepção com crepes em Belford Roxo se transformou numa roda de samba com pastel de feijoada no Morro da Conceição. Por hora, queria falar aí desse making of.

Cara, eu ando dizendo pra todo mundo que não me interessa trabalhar com casamento normal, com tudo certinho. Eu gosto é do abacaxi, do complicado, do gasto. É por isso que me deleitei arrancando os cabelos pra descobrir onde é que a noiva ia poder se arrumar.
Cês foram recentemente na Sacadura Cabral? Pois não percam tempo! A rua está toda escavada, cercada com uma rede laranja de obras e fitas de NÃO ULTRAPASSE da Defesa Civil e, se debruçando nelas, você vai poder admirar as pedras de praia que pertenciam ao recifes da Baía da Guanabara quando o mar ia até lá. É lindo! Lindo! Só que a porra da rua tá toda quebrada, poeirenta, pedregosa, tá o inferno broder! O que eu queria dizer é que 1. não tinha onde a noiva se arrumar, 2. não tinha como a noiva chegar lá de carro e 3. íamos fazer um casamento no meio da rua pedindo dá licença pros pedreiros.

 


Foi no dia em que a gente resolveu ir lá ensaiar a descida da Arajany na Pedra do Sal (14cm de salto agulha) que rolou essa constatação de que as obras tinham quebrado parte do Morro e emplodido parte da rua por onde ela chegaria/entraria. Nos olhamos desoladas. Mentira, ela me olhou com cara de "vou matar você, sua desgraçada!" e eu a olhei com cara de ¯\_(ツ)_/¯

Mas, não mais que de repente, eis que surgiu um Oasis, um Elvis Presley na nossa frente: o Atelier Bordado Carioca. Sim! Ali haveria uma mulher de bom coração que cedesse rapidinho ali uma sala, um lavabo pra pobrezinha da noiva se vestir. Bati na casa da Dora interrompendo a novela e já despejando o problema seguido de mil pelo amor de deus e ela, sabe, super tranquila: mas, gente, tá um pouco bagunçado lá! 
Segui-a até o atelier na Rua Jôgo da Bola (com acento!) e fui apresentada aos trabalhos das meninas apontando quero isso, isso aqui também e esse passador de galinhas... O lugar era uma doçura! Cara, já tava tudo muito bom, muito incrível quando fui conhecer o subsolo da casa construído nos idos mil oitocentos e minha tataravó dança jongo, com tijolos maciços, alçapões e todo o ordenamento dos cômodos mantidos originais. O cheiro de século dezenove, o peso do ar. Tinha que ser ali!

 


A Dora foi muito mais do que "a moça dona do Atelier", foi uma anfitriã delicada e atenciosa, a pessoa certa no lugar certo, foi aquilo que passa na nossa cabeça quando imaginamos bordadeiras e paninhos de prato de patchwork. Acalmou a noiva nos momentos de aflição que se formaram na 1h de atraso do casamento, arranjou uma cervejinha, acolheu os meninos da filmagem e da foto. Te agradeço imensamente, Dora! Acho que todas nós vamos querer conhecer seu espaço e suas artes!

Buenas, então foi isso. Durante 3 horas o Atelier Bordado Carioca foi invadido por levas de gente histérica, gente talentosa, equipe de cerimonial mambembe e outros bichos. A Gorete vestiu a noiva e montou na hora o arranjo de cabelo que tínhamos projetado dias antes  (porque Gorete é ídala), a Ju Sales aplicou o make,  contou piadas e mentiras piedosas enquanto eu, desesperada, tentava fazer o painel da mesa de doces colar numa parede tombada pelo IPHAN.  Plus: ao meu lado, o noivo fazia seu making of cercado por seus amigos negões sem camisa. Apenas isso.

Fabio Moro registrou com seu olhar antropológico o que foi essa manhã/tarde preparada pelo destino, pelos deuses, pelos orixás e por quem mais que esteja controlando essa maluquice toda. Ao som de Mallu Magalhães, o slide show a la S. Salgado.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Escolhendo as cores do casamento na malandragem e na economia

Pérola, prata e dourado, numa composição com tons neutros, serão o amor e a felicidade de junho a agosto desse ano, diz Mãe Diná à Vogue


Olha, uma coisa que aprendi na base da porrada com meu casamento e no dos outros é que pra economizar a gente precisa separar bem os nossos desejos e expectativas das possibilidades reais.
Não é tarefa fácil. Ter que racionalizar em cima de sonhos e desejos, trocar partes deles por alternativas mais viáveis gera uma indigestão danada, mas é importante sublinhar na cabeça que o "grande dia" é, sem que isso diminua sua importância, o começo de uma nova etapa na vida do casal e que daqui há 10, 15 anos o que vai importar é a parceria de vocês e não a textura dos lacinhos do bem casado.

Uma das principais regras do casamento econômico, na minha opinião, é escolher por itens do ritual coisas que estarão disponíveis na época em que ele vai acontecer. Se o casamento é no inverno, desejar uma decoração inteiramente baseada em rosas vai dar ruim do teu orçamento, entende?

Mas aí você me diz, porra Prill, tô careca de saber isso aí já, gata! Ok, é só jogar no Google que a gente fica toda inteirada nas flores da época e se programa, enfia as flores de outubro nos sonhos que você está acalentando em janeiro (dormindo, escovando os dentes, pegando o ônibus... imaginando, imaginando...), mas o que eu queria conversar com vocês hoje é sobre as cores do casamento: como aplicar a regra das coisas da época às cores??

Gente, é sério, parece bobagem, mas esse negócio de cor dá uma dor de cabeça enorme porque o casal vai lá e pensa num combo lindo mas aí descobre que não tem uma loja da Saara que venda forminhas daquela cor, que não tem toalha daquela cor, nem um alfinete! Finalmente pensamentos sombrios tomam conta do seu ser: meu Deus, por que não escolhi casar usando estampa de oncinha?
Por que isso acontece?

Isso acontece porque em casamentos tudo é feito com antecedência, porque a coisa precisa de um tempo largo pra ser planejada e executada. Aí o que acontece é que o esquema de cor escolhido é sempre aquele da época em que os planejamentos começaram, é geralmente a paleta que está na moda, que você vê na vitrine, na novela. Aquelas cores soam amistosas e agradáveis porque estamos cercados delas por todos os cantos, elas parecem ser uma grande ideia. Mas será que elas parecerão tão bacanas 10 meses depois? Cara, dez meses depois vocês já não vão estar aguentando ver coisas rosas do bolinha marrom e, na hora de mandar ver na papelaria, nos centros de mesa, virá a fantástica surpresa: ninguém mais tá vendendo essa merda! Tem até rosa, mas é em tom fluor, rosa bebê, rosa pastel, rosa-azul tiffany, MENOS O ROSA QUE VOCÊ TINHA PENSADO!

Como proceder?
Só há uma resposta a esta questão: acompanhar as tendências de cores para a época do seu casamento. Gente, liga no GNT Fashion, dá uma folheada na Vogue Japão, dá um bizu nos sites de design, veja lá, vai digerindo. É estando um passo à frente nesse quesito que a gente se dá bem porque aquelas cores podem parecer meio fuém agora, mas estarão bombando na sua data o que vai te facilitar achar os itens no tom e, principalmente, achá-los a bons preços.

Separei algumas previsões de cores para 2012/2013 na esperança de poder contribuir um bocadinho com o orçamento e paz de espírito das senhoras (porque parece insuspeita a quantidade de sola de sapato que se vai nas andanças em busca dos itens na cor decidida. é horrível, gente!). As paletas estão divididas pela Estação do Ano e pelo ano, daí é só fazer o cruzamento entre sua data e a Estação.


Primavera/Verão 2013- sweet little thing
tons pasteis e cores de sorvete vão estar disponíveis no primeiro trimestre de 2013. o estilo "confeitaria"

http://nanacompany.typepad.com/.a/6a0147e2980363970b014e5fe9938e970c-800wi




Primavera/Verão 2012 - menta
menta com amarelo, menta com branco.. quem vai casar no segundo sementre de 2012 pode se jogar
http://stacygarciainc.com/assets/564/color_of_month_mint_normal.jpg



Primavera/Verão 2013 - tendência "oceânica"
Azul e turquesa com amarelo "ensolarado" e tons neutros

Spring Summer 2013, color trends, inspirations



Primavera/Verão 2013 - cores quentes
vermelho e rosa fazendo par com tons neutros e com azuis num color block bossa nova (bossa nova, gente! não é o clip de Pum it Up não! olha a delicadeza, olha a harmonia)



Primavera/Verão 2013 - neutro, pasteis e prata
Aqui a gente tem uma versão mais onírica daquela paleta de cores de sorvete. aqui ela vem casada com o prata e cristal. De julho desse ano até dezembro vai estar bem acessível


Primavera/Verão 2013 - girassóis!
o amarelo vai ser ~o grito da moda~ nesse final de ano. Pra galera de novembro desse ano a fevereiro do ano que vem. os girassóies virão à reboque (girassois em garrafas de Heinecken: apostem nisso)

http://csicolorworld.com/wp-content/uploads/2012/03/SS-2013-Sunflowers.jpg


Outono/Inverno 2013
- texturizados e rústicos
pode estar um pouquinho longe, mas as tendências apontam tons de terra e texturas para meados do ano que vem



sexta-feira, 30 de março de 2012

Combos de cores que [talvez] você nunca viu


Faz algum tempo que venho pensando numa postagem que fale sobre cores. Não sei se já comentei com vocês, mas as cores deveriam ser a primeira coisa a ser escolhida na hora de pensar uma recepção, uma festinha nubente. E por que? Cara, as cores são a primeira forma de comunicação da decoração, são elas que falarão do clima da reunião, da vibe, do estilo e até mesmo das formas dos objetos a serem utilizados.

Cores contemporâneas pedem formas contemporâneas, clean e/ou geométricas. Linhas limpas que podem até se montar com frufrus provençais e penduricalhos vitorianos, mas que devem ser a base de tudo. Cinza+amarelo, Turquesa+vermelho, Limão+azul, Preto+rosa são alguns exemplos de combinações que pegam bem pruma recepção que se planeja mais modernete, tenha ela ou não elementos vintage.

Agora, se entrou marrom, tons de chá e tons pastéis, então é o clima antiguinho e aconchegante que vai dominar. Formas delicadas, uso e abuso de flores, de elementos orgânicos como a juta, o barbante e o vime são algumas das pedidas pra você que pensa num lance vintage ou confeitaria (inventei agora isso aí: confeitaria).

Pros casais que se interessam por um apelo mais barroco, latino, burlesco e vibrante, coisa bonita fica vermelho+preto (SIM, POR QUE NÃO, HEIN?) somado a arabescos, plumas, rendas e muito, mas muito vidro com relevos. Também roxo, dourado, vinho e preto+branco tem a ver com esse conceito. Na verdade, quase todas as cores vibrantes, quando somadas ao preto, te dão a oportunidade de enveredar por um casamento Dita Von Teese.

Buenas, feitas essas breves observações, vou deixar vocês aqui com essa seleção MARA feita pelo The Knot de cores pouco usuais, mas que super funcionam! Respira fundo, cria coragem e vai lá partir pra ousadia dessas inspirações.

Silver & Gold, como diria o U2
Muita gente tem medo de ser cafona com dourado e prata, mas a verdade é que esse combo te dá mil oportunidades de fazer algo que pode ser super glamuroso ou simplesmente chique como um Copacabana Palace da vida

Laranja, azul e amarelo
Pra galera fã de design, essa paleta é um prato cheio: vibrante, alegre e solar, fica supimpa pra casamentos diurnos e recepções feitas em lugares mais crus como galpões e galerias de arte (tem gente que casa em galeria de arte, ora).

Azul, vermelho e branco
Já faz um tempo que a combinação navy tá aparecendo por aí nas roupas e objetos. Na hora de levar a tendência pro casamento, acho que vale a pena pensar na relação dessas cores com a vida do casal: se você e seu amor curtem esse lance de mar, então já tá feito!
Chá e pastel, pastel e chá
Permeados pelo dourado, pelo prata e por pérolas, essa combinação clássica fica de chorar de tanto amor. É interessante, e por isso eu disse o negócio da confeitaria, como essas cores lembram comida! Tortas, macarons, cupcakes, biscoitinhos.
Tons de verde
Casamentos ao ar livre pedem cores que destaquem a festa da natureza, certo? Errado!! Podem meter bronca aí no verde, mas atentas aos tons: verdes elétricos e fluorescentes vão ficar nada menos do que feios pra cacete entre as árvores. Verdes orgânicos pontilhados com branco - pra dar o destaque que a gente precisa - montam legal.
Laranja
Tons de laranja são super contemporâneos e ECONÔMICOS: como a cor é forte, você vai adiantar seu lado usando o branco como cor de fundo e usando o laranja em formas geométricas e linhas. Vejam aí como só o abóbora já resolveu a questão do centro de mesa: sem flores, sem dramas, no pa pum clean.
Cinza e amarelo
Linhas limpas, grafismos e geometrias.. é tudo o que apela essa combinação super contemporânea. O The Knot ainda dá uma dica: levar pro decor objetos industriais como latas dão uma força pra harmonia dessas cores.

Preto, branco e verde pálido
Foi-se o tempo em que o preto era mal visto pelas noivas. Hoje ele é uma alternativa pra quem quer dar à recepção um ar ultrachique e pra quem curte uma pegada de formalidade + sobriedade. A sugestão do verde pálido entra pra dar uma quebrada no b&w total, que pode ficar tedioso.

Aqua + vermelho + bege escuro
Junto com o vermelho+turquesa, essa combinação é a queridinha dos hipsters desse meu brasiuzão. Um equilíbrio fantástico entre o contemporâneo e o vintage, essas cores te dão a possibilidade de criar muuuuito: pote de vidro, flores vermelhas, pegada circense, tudo isso tem a ver com esse combo delicinha e que dá chute na canela da seriedade.
Roxo e verde
Sim! Roxo e verde!! Essa combinação lembra uma festa no jardim, só que num jardim mais dark, entendem? Não é um combo pra quem não sabe manejar muito bem essa coisa de paleta de cores porque só vai funcionar se você usar, junto com as cores principais, as cores de sombra como o lavanda, o roxo profundo/beringela, o azul e o violeta. Não esquecer o branco também! O resultado final deve ser orgânico (não vai funcionar com mesa de vidro e cadeira de ferro branca, hein!) e freco.


Aqua+Laranja

Combinação lindalinda pra quem tá escolhendo uma praia pra casar. Alegre e vibrante, é uma combinação que permite quase tudo: estampas, arabescos, grafismos. Se o caso vai ser uma praia mesmo, aproveita e embalo e acrescente elementos como peixinhos, algas e conchas nas lembrancinhas e nos convites.

Menta+verde água+salmon
Essa paleta é amor perpetrando amor!! Amo/sou o tempo todo casamentos ao ar livre, meio coisa de jardim e vintage!
Pra coisa ficar ainda mais bonita, incorpore tons pasteis e BASTANTE TEXTURA à sua criação (tecidos, palha, madeira, papéis texturizados, craft). Pra papelaria, escolha uma tipografia com de antigamente: à mão (a sua mão mesmo serve, não precisa ser a do calígrafo), em relevo silk (consulte sua gráfica, os preços tão ótimos) ou máquina de escrever. Xícaras e livros dão o fechamento.


Imagens: (na abertura) http://www.libbyjamesblog.com/tag/vintage-2 || (nas paletas) Theknot.com

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Toques de lúdico



Nada a ver essa história de que casamento é coisa séria.
Eu quero casar pra rir, pra brincar, dançar, beber, trepar, viver, aporrinhar, esquecer tudo, ir de novo e love only love... embrulha que eu vou levar.
Daí o lúdico... Se amor é jogo, divertimento e distração, cabe direitinho no casar, - festa e na decoração o uso de elementos que remetam a gargalhadas, lembranças boas e sonhos que a gente deseja pra nova fase. Bem, separei umas inspirações da ludicidade. Segurem aí (como está muito tarde, ponho os créditos depois ¿vale?)

Grandes beijos, suas lindas

ps... andamento do meu casamento: Por esses lados, as coisas vão seguindo. Habemus data, lugar e juiza: Sta. Teresa, julho. Comida não tenho. Buffet de crepe? Cismei! Cês conhecem algum com preços simpáticos? Escrevam, per favore


galera do steam punk: eu secretamente desejo asas no meu vestido

nunca tinha pensado nisso, coolers pra dar um colorido. geralmente pensamos em jujubas... nah!

brilhante alternativa àqueles banners. um varal de fotos é mais intimista e mais feliz

brigadeiro de panela dispensa comentários (e dá pra fazer em casa cazamigas)

quebro tudo se não tiver algodão doce lá nas minhas bodas. serião.

ok, jujubas são inevitáveis numa ideia lúdica
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