segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Tutorial improvisado: Maxi coroa de flores



Minhas colegas de auditório, trago hoje no Roda Roda Jequití esse humilde tutorial pra senhora que está interessada em um arranjo de cabelo que seja, ao mesmo tempo, rústico, fofo e ousado. Parece difícil, mas não é não! Em menos de duas horas é possível montar sua coroa de ninfa dos bosques e sair por aí sendo feliz. 
Infelizmente não ficou um tutorial mega explicadinho porque eu estava sozinha em casa e não consegui segurar as tranças de flores enquanto fotografava :/ mas ao final da postagem posto um vídeo extremamente esclarecedor que mostra o mesmo método que usei (atenção: pulem para a mentade do vídeo, antes disso só rola uma ego trip da moça que quase me deixou em coma). Vocês vão perceber que:

1. Ela usou rosas spray, boa opção pra quem não quer uma coisa gigantesca e traveschy
e que
2. Com esse método é possível montar coroas usando qualquer flor e folhagem que possua um caule flexível o suficiente pra ser trançado. Dá pra inventar um monte de coisa em diversos tamanhos!

Espero que curtam!!

 
Do que você precisa: 


▸ 20 rosas normais (evite as que tem caule muito grosso ou vá de 27 rosas spray | vale lembrar que quanto maior as rosas mais densa ficará a coroa) || dá pra usar outras flores com esse mesmo método || comprei cada rosa a R$1,50 numa banca de flores perto de casa

▸ arame (eu usei arame trançado, mas, como ele é meio molenga, dobrei e enrolei)

▸arame encapado (aquele encapadinho de verde, sabe?)

▸alicate

▸fita de cetim para o fechamento



Meça no arame a circunferência da sua cabeça e corte a quantidade necessária. Lembrando que depois você pode usar a fita pra fazer o fechamento, melhor solução pra você não arrebentar os cabelos com arame



Corte as flores pelo caule, mais ou menos 8cm.
Pegue duas e cruze, ponha o arame trançado em cima e prenda tudo pelo meio do ✕ usando o arame encapado.

Faça os caules darem uma volta de trás pra frente do arame e cruze as duas partes na frente. Se você estiver usando rosas normais, vá devagar ou o caule pode quebrar. Rosas spray são mais flexíveis pra trabalhar, mas como a ideia era fazer uma MAXI UBER COROA...

Encaixe um cabinho no buraco, trance os 3 caules do jeito que der e prenda tudo com mais um arame encapado. Vá repetindo esse processo até chegar ao tamanho da sua cabeça. Acompanhe no vídeo da guria gringa!


Fiquei tão ansiosa que tirei foto antes de fazer o acabamento, ignorem! Pra finalizar, faça um aro na pontas do arame e prenda-o bem usando o alicate. Amarre uma fita em cada extremidade. Usando cola de contato, você pode encapar as pontas dos arames com um pedaço de fita de cetim. É importante fazer o fechamento no laço pra garantir firmeza na cabeça e evitar que o arame arrebente seu cabelo. 

Dicas de ouro
1. Procure colocar os botões mais pra perto da orelha e as rosas abertas mais pro meio, pra testa (não faça como eu que, num surto megalomaníaco, fiz tudo de rosas abertas)
2. Prepare a Neosaldina porque a coroa é pesadinha!


Inventei de usar coroa de flores, e o buquê meu deus? 
Keep calm! Na hora de harmonizar o buquê com uma coroa de flores a gente precisa pensar no conceito da coisa que vai aparecer mais, que é a própria coroa, e, a partir daí, planejar o restante. Uma coroa de flores sempre vai nos remeter a um clima silvestre, a uma coisa meio de fadas e unicórnios e mocinhas celtas; dessa forma, um buquê feito de flores juntadas sem compromisso, principalmente florzinhas silvestres como margaridinhas, cáspia, oregão, pampilho, dente de leão, amor perfeito, entre outras flores e ervas que brotam por aí, são a escolha ideal. Repetir rosas no buquê pode ser over, hein! 

Voilà! 

Musa inspiradora!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Pensando nos dias da convivência a dois e no amor during a lifetime


Você pensa em casar, você namora e aquelas despedidas que parecem que trancaram você no hotel pra cachorros e só voltam depois do feriadão: não vai! Você pensa em casar e aí se casa. No dia a dia você deseja que as despedidas aconteçam? Que ele suma? Você se desespera porque simplesmente não consegue dizer adeus e as vezes parece tão certo. O frango queima, o arroz queima, vocês passam no concurso. Churrascos sábados. Domingo de manhã dá preguiça de sair da cama, a gente curte ficar conversando até a hora do seriado. Olhamos pros lados, caras interessantes, meninas gostosas. Você se desespera: e se um dia isso acabar? Mensagens safadas no telefone e ainda tem que correr, tem que trabalhar: engarrafamento.
No casamento paira um ar pesado, tem um ar de leveza absoluta e você não entende como pode sentir tanto carinho e doçura, tanto amargo ao mesmo tempo. Guns and roses. A convivência é passar pelo fogo todos os dias, matar um leão como dizem.

Três meses passaram ansiosos, hoje os dias parecem mais fáceis. 3 anos. 10 anos? 50 anos? Será que a gente ainda vai rir e que vai debater nossos livros. Olho pra estante e sinto que encontraremos refúgio ali no desejo da beleza e da arte. Não há garantias igual no final do filme. A gente conversa e chora na cozinha, a gente dorme no sofá. Amar como um trem descarrilhado. Eu e você feito loucos, só queria poder sorrir no final, sentir a calma. Vai piorar, vai se gostoso. Tudo bem, tudo bem... Chega pra cá, vai ter silêncio e vai ter música mesmo que você não saiba dançar. Quero casar mas os dias vão ser duros, e as noites e a poeira branca da obra. Vai ser ótimo. Não me deixe, vamos fazer pipocas novamente. A gente e um monte de outras histórias, cervejas, o Mallboro. Você me abraça como no final da música, vou ali mas já volto porque mulher não ama, cisma. O amor pode ser cruel como misturar cerveja com destilado, a gente pinta o que poderia ser o quarto do bebê mas planejamos nos mudar.  Eu me desespero: como vai ser mais pra frente? Tudo bem.. tudo bem..

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O casamento que sonhamos e a vida que podemos viver

 quinta-feira, 21 de julho de 2011

falta 1 dia e não fui dormir ainda

Porque minha garganta dói muito, porque já tem vozes que não suporto mais ouvir (com a minha; já não posso mais há quantos dias? - as mesmas frases, as mesmas coisas chatas chatas chatas)

Manter a unidade do seu amor diante de mil pirotecnias e quinquilharias que juram ser essenciais pra que ele exista e sobreviva. O Manolo diz que todo ritual é assim: dói e tem muita gente.

Manter a unidade do meu amor diante de um monte de babaquices.
Coincidentemente, esse final de semana recebi 3 emails de noivas diferentes que, em comum, tinham um peso no coração porque talvez não tenham como fazer o casamento que sempre sonharam. Talvez não haja dinheiro, talvez não tenha jeito. Perguntavam por alguma luz no fim do túnel. Vou responder a cada uma, mas essa angústia é tão de todas nós que queria dizer assim em público que, meninas, quero que acreditem num clichê sábio: melhor do que sonhar é viver. Viver o que der pra viver. Viver o que não vai dar é um caminho rápido pra frustração, pra enlouquecer. 
A verdade sobre como o ritual do casamento se faz hoje - nesses tempos em que o pai da noiva não banca apartamento, em que preferimos sonhar com um trabalho que dê alegria do que com 8hs diárias como bancário, em  que queremos fazer as coisas do nosso jeito - é essa: precisamos ter coragem e abrir mão de alguns dos sonhos de menina.
Se vamos ser donos de nossas vidas e patrocinadores dos nossos desejos, temos de sonhar e agir como tais: Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança. Paulo disse que era na fraqueza que se revelava toda sua força. Abandonar aqueles aconchegos, afetos, aquelas brincadeiras, aqueles sonhos, as garantias seguras de felicidade dentro deles... não é fácil! É extremamente doloroso! Mas a escolha precisa ser feita sob o risco de nos pegarmos agindo como um cachorro que corre atrás dos carros sem nunca alcançar e sem nem saber porque os persegue.
Encarar de frente que não somos princesas ou rainhas, que somos mulheres apenas. Ninguém nos diz isso e eu não sei porque... Essas princesas nunca existiram pra além das nossas sagas com a Barbie, pra além dos contos de fada que nada mais são que plástico e fantasia. Temos a oportunidade e a liberdade de vivermos de verdade as nossas histórias reais, com amores reais e dificuldades reais a serem superadas. Um dia a dia real com contas reais a pagar, e reais festinhas de família a comparecer, com tardes frias reais dormindo de conchinha, com beijos reais e crises de asma no meio da madrugada reais. 
Viver é melhor do que sonhar viver. Tá certo, no sonho é tudo tão sem limite e a felicidade é tão completa, tão perfeita... abrir mão dessa segurança, desse amparo que a fantasia dá é foda! Como num presente de Natal que é exatamente o que pedimos, na nossa imaginação, nos nossos sonhos de Barbie não existe frustração. Quem quer abrir mão disso? Por outro lado, Barbie é uma boneca e, como tal, é comandada. Desconhece autonomia e independência. Tudo o que ela tem foi você quem deu. Também a princesa, tudo o que ela tem já estava lá quando ela nasceu: o título, os luxos, as mordomias, as responsabilidades devotas pra com seu povo. Barbies e princesas não se pertencem a elas próprias, nós sim. 
A má notícia para você e eu, mulheres normais,  mortais e donas das próprias histórias é que os desejos tem limite. Mas, vai por mim - e você sabe disso - nada de compara a sentir a liberdade batendo na cara, a liberdade de viver o que é seu e o que é de verdade ao lado da pessoa que te acompanha nessa aventura de loucos. Sem rede de segurança, sem imaginações edulcoradas. A realidade nua, mas sua. Uma vida toda aqui...

Bem, nisso tudo cabo de esbarrar comigo mesma 1 dia antes do meu casamento. Li as poucas linhas aí do começo e foi como um soco no estômago. Aquele foi um dia estranho e assustador, mas certamente eu estava  mais lúcida do que durante todo o processo. Que item do seu casamento é realmente necessário a unidade do seu amor?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Decidindo a Fotografia do seu casamento - Parte 2: Quanto custa?



Mas vamos falar de fotografia como arte. No Brasil, a fotografia como arte é cara pra chuchu (vou me abster do único palavrão capaz de ajdetivar isso).  É justamente por ser assustador gastar 5, 8, 12 mil em uma cobertura fotográfica que muitos casais acabam fechando pacotes com essa galera pente certo que vai te entregar com agilidade imagens que podem ser até meio tremidinhas ou com flash estourando na cara, mas onde você pode se reconhecer e compreender o que se passou no dia do casamento. 

Mas por que custa tão caro, meu deus!
Pra além do fato do nosso país não possuir uma tradição de fotografia e para o fato de que qualquer tipo de arte por aqui é complicada de empreender, acho que 4 pontos levam o heróico ou a heróica fotógrafa a pedir uma fatia do seu rim pra pagar a cobertura:

Equipamento 
Uma boa fotografia depende de um bom equipamento. Não é só questão de ter a câmera não gente, tem que ter boas lentes, bons flashes, rebatedores (aquele guarda-chuva prateado), bolsas de armazenamento. E ó, tudo importando! Conheci certa vez uma fotógrafa que viajava periodicamente pra Nova Zelândia afim de comprar suas lentes (no fim, ela acabou indo morar lá). Por isso, pra ficar bonito na pracinha, clicando as noivas e carregando nas costas 20 dinheiros, o sr. fotógrafo precisará fazer um seguro que não sai barato, que custa de 8%  a 15% do equipamento. E ele/ela ou vai precisar de um carro próprio pra carregar as tralhas ou pegar taxi sempre que precisar se deslocar. Isso tudo é repassado pro orçamento.

A arte 
Como uma caveira do Damien Hirst, o trabalho autoral de um fotógrafo custa proporcionalmente a sua relevância artística. Quem é seu fotógrafo na noite? Onde ele se formou? Com quem já trabalhou? O que ele apresenta de autêntico e inovador? Qual é seu conceito de composição? Enfim, qual é o nome dele?? O trabalho de arte (fotografia + edição + grife) do artista possui um valor e aí ele vai e te pergunta: quanto vale o show?

Hoje, o objetivo da fotografia é enquadrar os momentos e as sensações. Reparem no movimento da mão esquerda. O noivo está para pegar o outro sapato? Os enquadramentos da Junia e Lucius Kreulich são apaenas espetaculares

Edição
Com a fotografia digital, o trabalho de edição se tornou indivisível do de captura (há quem discorde, mas vou ficar com a opinião da maior parte do povo de artes visuais). Como assim? Durante a edição o fotógrafo ou a fotógrafa insere ou reforça, por exemplo, elementos  de luz e sombras, cores, da uma corrigida em coisas que no cenário original não eram legais (tipo, uma lixeira da Comlurb que tava atrás da noiva quando ela saiu do carro). Agora pensa o cara que tirou duas mil fotos e tem que editar uma por uma. Pensa no trabalhinho de corno. Caras, vale a pena pagar por ele!  Dica: procure saber se ele faz suas próprias edições ou se paga alguém pra fazê-las. Se o cara fotografa, mas não edita, significa que temos aí dois artistas envolvidos o que automaticamente joga pra baixo o valor artístico do fotógrafo, desculpa aí.   
 
Composição e edição: seguindo uma tendência das artes visuais digitais, Fabio Moro costuma lançar mão de efeitos de sombra para inserir o fantástico e onírico nas suas fotografias
Responsa 
Como a equipe de cerimonial e como o buffet, o fotógrafo tá proibido de errar, de perder cortejo, de tremer tudo, de desfigurar as pessoas, de deixar passar o buquê. Se isso acontecer com você, considere processar porque aquilo tudo só vai acontecer uma vez, não dá pra voltar, não dá! A comida estragada a gente até vai esquecer depois do hepocler, o cortejo desconjuntado será algo sem notícias daqui há 1 ano, mas as fotos... nem casando novamente! Se foder, fodeu! É seríssimo isso! Por isso o cara cobra o preço do peso bizarro que está carregando, o de produzir a memória material de um evento irrepetível. Afora que, olha, eu já casei e vou te falar: não vi nada!! Sempre que repasso minhas fotos, elas me contam o que aconteceu enquanto eu vivia uma experiência extracorpórea. Como se já não bastasse, o fotógrafo e a fotógrafa deverão produzir algo capaz de contar às gerações futuras o que foi que aconteceu no seu casamento. Dica: não confie inteiramente nas fotos que você vê em blogs de casamento ou no album do fotógrafo. Ali vão estar o que? as 20 fotos mais maneiras, mas e quanto às outras?? Elas são uma porta de entrada. Pra saber se o cara cumpriu seu trabalho com a responsabilidade necessária, procure uma noiva que já fechou com ele e pergunte minha linda, você já recebeu seu DVD? O que achou? Tem foto de tudo e de todo mundo? Tá tudo nítido e, em sua maioria, bonito? (por que também não dá pra ser ahazo em todas, principalmente nas fotos-flagrantes quando a gente nem consegue se preparar direito pro clique). 
Enfim, o fotógrafo é um artista. Yes! Yes! Mas também deve ser um profissional ciente do peso do seu trabalho e que conheça a dinâmica básica dos casamentos (os dramas, a merda que é os padrinhos que desaparece na hora da foto, as condições favoráveis e desfavoráveis de luz..) dotado de jogo de cintura, de dinamismo pra sobreviver a este acontecimento louco e único.

Álbum 
Essa é a parte que os fotógrafos aparecem pra me dar um hadouken. Gente, desculpa, mas é muito difícil pra mim ver sentido em pagar R$ 1.500 num álbum. Eu sei, eu sei, a impressão é mega über maravilhosa, não seis quantos bilhões de pontos por pontinhos quadrados, durabilidade de 3 séculos, sobrevive a enchente, terremoto e pa pa pa mas... a verdade é que, por mais que eu ame fotografia, sou profundamente leiga, como a maioria das pessoas normais, pra perceber granulações microscópicas do papel. Entendo de coração o preciosismo do artista e o quanto eles desejam que sua arte seja impressa da maneira adequada, mas SÃO MIL E QUINHENTAS DILMAS! E, suavemente refletindo, se acontecer uma catástrofe com meu fotolivro da Saraiva, um tsunami, não posso pegar o DVD ou o pendrive e mandar revelar tudo novamente? Eu sou a Nina por acaso?

Tenho aconselhado minhas clientes a reverem essa obsessão pelo álbum e buscarem alternativas de impressão quando o valor proposto pelo profissional quebra o porquinho orçamentário. A única coisa que me faz ficar com o pé atrás nesse conselho é a questão da diagramação mas mas mas mas... quem nunca tem um amigo design? Pronto, amigos, podem me crucificar.

Afinal, vale a pena pagar?
E desde quando pagar caro é sinônimo de coisa boa? Já tivemos essa DR, então vou pular pro conselho que dou de coração pra coração: a fotografia, junto com o combo comida+bebida, são as únicas coisas pela qual vale a pena você se desesperar, financiar no carnê Casas Bahia, investir pesado. O resto é resto! Cê tem seu amor, vai pro meio da floresta e casa. Mas todo mundo tem que comer e beber sem miséria, tem que se divertir e esse momento gostoso merece um registro adequado, bonito e pra sempre.

Previsões de custo

Grupos de valores
Profissionais

Estúdios de fotografia não-artística
800,00  e 2.000
Bacanas em início de carreira
1.500 e 3.500
Bacanas com experiência, mas sem fama no mercado
3.500 e 5.000
Shows de bola, com experiência e fama
5.000 e 8.000
Estrelares
8.000 e 15.000
*valores para cobertura completa (making of + casamento) com 2 fotógrafos
* só pra controle: uma cobertura fotográrica completa e excelente com álbum nos EUA custa a partir de U$$ 1.000

Mas será que não dá pra economizar? 
Pode ser que vocês tenham grandes amigos que curtem fotografia e que topariam com força contribuir pro casório, mas a gente tem que enfrentar a realidade que um bom fotógrafo de casamentos é alguém que se preparou/prepara praquilo, que corre atrás de fazer as coisas da melhor maneira possível e que tá com o traseiro dele na reta. Ele precisa zelar pelo nome e se virar pra cumprir o contrato comercial estabelecido. Nada pessoal, just business. Ele está obrigado a dar conta do recado.

E se fechar pacote com um cara só, hein?
Vamos tirar da cabeça isso aí de chamar um fotógrafo só. Gente, 1 fotógrafo só se aplica a mini casamentos de até 60 pessoas, e olhe lá!!  Se o lugar tiver mais de 70m², se tiver muitos cômodos, se rolar cerimônia na igreja, se tiver cortejo, esquece! A não ser que você contrate a Jean Grey,  não há condições de uma pessoa só pegar todos os acontecimentos. É uma economia que não compensa! Mas aí você me diz que não dá mesmo pra pagar dois fotógrafos, aí sim a gente pode tentar fazer a gambiarra dos tais amigos que curtem fotografia e colocá-los pra ser assistencia, só que atenção, a coisa precisará ser muito bem conversada entre as partes porque o profissional precisa de um espaço e de ângulos X e Y pra trabalhar. Se ficar gente na frente dele, gente zanzando e que não saca a dinâmica do nado sincronizado casamentístico, a coisa pode terminar mal.
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