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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Para noivas moderninhas de alma retrô (parte 2)

Gente, nem vou fazer delongas dessa vez. Só acho que você deveria parar tudo o que está fazendo agora pra babar em cima desses dois looks maravilhosos baseados em vestidos do Ateliê Maria Figueira e estrelados pelas lindas Angel e Mariana, as duas ganhadoras da promoção Something Old. Meu recalque está explodindo sim!

No intervalo das fotos, você confere a entrevista que fiz com Vanessa Maria Figueira e com a beauty stylist Raquel Prosse; as duas falaram sobre o estilo antiguinho e deram dicas que não são barras de ouro, mas valem mais que dinheiro! CHECK IT OUT!


Prill - As meninas que ganharam a promoção estão pra casar, mas estavam ali num faz de conta de noiva, digamos assim. Comenta um pouco sobre essa experiência..
 
Raquel Prosse - Foi uma grande experiência para elas e para todos os profissionais envolvidos. Pra mim é sempre um frio na barriga  quando estou com cada noiva. E com elas pude ver a empolgação com a escolha do vestido, dos acessórios, criação do penteado e maquiagem e do cenário. Foi interessante e intenso para todos!! 

O que uma noiva retrô precisa ter em mente na hora de pensar seu look para o dia?
Raquel Prosse - Acho que a personalidade é o item principal na escolha do look. A noiva retrô ou até a noiva princesa precisa levar em conta o seu gosto. Pensar que na hora da entrada precisa seguir ao altar de cabeça erguida, segura da sua escolha e que se, daqui a 10 anos quando olhar o seu álbum de casamento, ainda estará segura da escolha que fez. 
Batom vermelho ou mesmo puxados pro vinho/terra como costuma usar a Lorde têm sido tendência nas ruas e algumas noivas têm pedido. Dá pra casar com tom de boca escuro? Como harmonizar o restante do visual com essa ideia?   

Raquel Prosse - Eu sou suspeita para falar de batom vermelho e olhos super delineados porque amo! Batom na cor escura puxada para o vinho ou marsala  está com tudo!! Eu uso com frequência, acho um tom chique e que fica bem em todos os momentos; você só precisa ter o carão para sustentar o look. 
Tenho muitas noivas que se casaram e algumas que irão casar com a minha cor de batom queridinha, o "Diva" da MAC. A composição do restante é deixar os olhos marcados com delineador e lápis. E nas sombras gosto de optar pelas neutras ou tons mais claros para não deixar com um ar pesado. 

Prill - Como fazer  vestidos de noiva com personalidade mas que, ao mesmo tempo, não deixe os pais e os avós de cabelo em pé?

Ateliê Maria Figueira - Sempre dá para casar a tradição com a personalidade. Existem as noivas que desejam casar com um vestido super diferente mas tem o receio de se arrepender no dia, noivas que possuem pressão dos pais e família, e noivas com o desejo de tradição mas não gostam do branco ou renda, strass e querem um vestido mais sóbrio e autêntico. Se a noiva deseja cor e personalidade no modelo vale colocar nos detalhes do vestido, como cinto, bordados, anágua ou até mesmo no corte e escolha da renda. Detalhes sutis podem fazer a diferença e a noiva conseguir a personalidade que desejou sem abrir mão da tão sonhada tradição.


A pegada vintage é uma marca registrada do Ateliê. Quem é a noiva que procura vocês?
 Ateliê Maria Figueira - As noivas que procuram a gente já pesquisaram muito no mercado e não encontraram aquilo que correspondesse aos seus gostos.
São muito decididas e sabem o que querem, com o que sonham. Elas se identificam muito com o Ateliê, com os vestidos, com os tecidos e as rendas, com o diferencial das pérolas e bordados com brilho sutil ou brilho nenhum. São mulheres que, como nós, acreditam nos detalhes que encantam.

As nossas noivas estão dispostas a terem  o diferente e querem qu
e seus convidados na festa reconheçam que o vestido realmente transmitiu sua autenticidade e sua personalidade.
Gente, uma dúvida: como harmonizar o acessório de cabeça com o vestido? Tem alguma dica de ouro aí?
Ateliê Maria Figueira - Quando a noiva deseja, costumamos usar os mesmos tecidos do vestido no acessório, e isso propõe uma harmonizada bem legal, por ser confeccionado com o mesmo material.
Entretanto, também valorizamos o contraste, e quando ele é bem aproveitado, promove uma super composição com o vestido e o conjunto como um todo fica bem interessante e ousado. Então não é uma regra os elementos entre vestido e acessório serem os mesmos.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Tutorial improvisado: Maxi coroa de flores



Minhas colegas de auditório, trago hoje no Roda Roda Jequití esse humilde tutorial pra senhora que está interessada em um arranjo de cabelo que seja, ao mesmo tempo, rústico, fofo e ousado. Parece difícil, mas não é não! Em menos de duas horas é possível montar sua coroa de ninfa dos bosques e sair por aí sendo feliz. 
Infelizmente não ficou um tutorial mega explicadinho porque eu estava sozinha em casa e não consegui segurar as tranças de flores enquanto fotografava :/ mas ao final da postagem posto um vídeo extremamente esclarecedor que mostra o mesmo método que usei (atenção: pulem para a mentade do vídeo, antes disso só rola uma ego trip da moça que quase me deixou em coma). Vocês vão perceber que:

1. Ela usou rosas spray, boa opção pra quem não quer uma coisa gigantesca e traveschy
e que
2. Com esse método é possível montar coroas usando qualquer flor e folhagem que possua um caule flexível o suficiente pra ser trançado. Dá pra inventar um monte de coisa em diversos tamanhos!

Espero que curtam!!

 
Do que você precisa: 


▸ 20 rosas normais (evite as que tem caule muito grosso ou vá de 27 rosas spray | vale lembrar que quanto maior as rosas mais densa ficará a coroa) || dá pra usar outras flores com esse mesmo método || comprei cada rosa a R$1,50 numa banca de flores perto de casa

▸ arame (eu usei arame trançado, mas, como ele é meio molenga, dobrei e enrolei)

▸arame encapado (aquele encapadinho de verde, sabe?)

▸alicate

▸fita de cetim para o fechamento



Meça no arame a circunferência da sua cabeça e corte a quantidade necessária. Lembrando que depois você pode usar a fita pra fazer o fechamento, melhor solução pra você não arrebentar os cabelos com arame



Corte as flores pelo caule, mais ou menos 8cm.
Pegue duas e cruze, ponha o arame trançado em cima e prenda tudo pelo meio do ✕ usando o arame encapado.

Faça os caules darem uma volta de trás pra frente do arame e cruze as duas partes na frente. Se você estiver usando rosas normais, vá devagar ou o caule pode quebrar. Rosas spray são mais flexíveis pra trabalhar, mas como a ideia era fazer uma MAXI UBER COROA...

Encaixe um cabinho no buraco, trance os 3 caules do jeito que der e prenda tudo com mais um arame encapado. Vá repetindo esse processo até chegar ao tamanho da sua cabeça. Acompanhe no vídeo da guria gringa!


Fiquei tão ansiosa que tirei foto antes de fazer o acabamento, ignorem! Pra finalizar, faça um aro na pontas do arame e prenda-o bem usando o alicate. Amarre uma fita em cada extremidade. Usando cola de contato, você pode encapar as pontas dos arames com um pedaço de fita de cetim. É importante fazer o fechamento no laço pra garantir firmeza na cabeça e evitar que o arame arrebente seu cabelo. 

Dicas de ouro
1. Procure colocar os botões mais pra perto da orelha e as rosas abertas mais pro meio, pra testa (não faça como eu que, num surto megalomaníaco, fiz tudo de rosas abertas)
2. Prepare a Neosaldina porque a coroa é pesadinha!


Inventei de usar coroa de flores, e o buquê meu deus? 
Keep calm! Na hora de harmonizar o buquê com uma coroa de flores a gente precisa pensar no conceito da coisa que vai aparecer mais, que é a própria coroa, e, a partir daí, planejar o restante. Uma coroa de flores sempre vai nos remeter a um clima silvestre, a uma coisa meio de fadas e unicórnios e mocinhas celtas; dessa forma, um buquê feito de flores juntadas sem compromisso, principalmente florzinhas silvestres como margaridinhas, cáspia, oregão, pampilho, dente de leão, amor perfeito, entre outras flores e ervas que brotam por aí, são a escolha ideal. Repetir rosas no buquê pode ser over, hein! 

Voilà! 

Musa inspiradora!

sábado, 30 de junho de 2012

Arajany & Diogo: casamento carioca com samba, amor e cerveja

- Se você não me chamasse, eu ia descer assim mesmo. Ia entrar nem que fosse com Parabéns pra você, nem que fosse com Love by grace.
Gosto de ler relatos sobre casamentos. A lembrança da beleza de cada minuto, o quanto a noiva estava nervosa e adorável, os docinhos bem postos, as flores frescas, o lugar nobre e os sorrisos generalizados. Tem sempre aquele brilho, aquela sincronia. Qual o segredo dessas pessoas? Desses casamentos? Serão os profissionais? O tempo de planejamento? A grana investida? 
Talvez seja o relato. São as histórias tranquilas e a perfeição que inspiram; sempre a perfeição...

Alguns de vocês sabem que antes de firmar um acordo com os noivos gosto de aplicar um questionário pra conhecê-los, saber se o que eles desejam tem a ver com as insanidades que proponho, pra saber se teremos uma parceria bacana, se de fato posso ajudar em alguma coisa. Cara, não dá pra saber se quando li o questionário da Arajany e do Diogo eu pensei se podia ajudá-los em algo, se eu era a pessoa competente praquilo. O que posso dizer é que fiquei estarrecida. Deixa ver se consigo explicar... havia uma paixão tão transparente ali que a única coisa que uma pessoa que se interessa por paixões poderia fazer era o que fiz, responder que por mim vocês casavam amanhã, serião. Ela contou seus planos: casariam-se em casa, fariam cataventos, o samba ia rolar pra sempre, a comida seria boa e a cerveja farta. Não sei se é certo misturar pessoalidades com a vida profissional, mas eu estava disposta à tudo. Fiz, faria e faço qualquer coisa para respirar um pouco do ar do amor e da intensidade daqueles dois.

Bem, foi Arajany quem cunhou essa lenda de que sou uma cerimonialista ditadora. Gente, isto não é verdade. Foram os acontecimentos e as contigências que nos levaram ao novo arranjo do casamento. Tá certo, insisti pra caralho numa série de coisas - de algumas me arrependo - mas quero que me digam uma coisa: foi errado bater o pezinho no chão insistindo pra que pensássemos em montar o casamento num bar? Não num bar qualquer, num bar lá na Pedra do Sal, um dos berços do samba, num bar onde Pixinguinha tomava seus gorós? Íamos economizar, seria menos estress familiar (casar em casa gera uma série de complicações, não é pra qualquer um não hein) E a comida? Que tal algo mais animado? Sou ditadora? rsss Começamos a virar a internet pelo avesso em busca de um buffet que oferece comida de boteco voltada prum lance mais arrumadinho e classudo. Pegamos um trem e fomos até Marechal Hermes (!!) provar as iguarias do Trinca Ferro e aí veio o pastelzinho de feijoada, veio uma caponata de berinjela e um bolinho de toscana; a boa recepção dos donos do buffet. É esse!
Verdade que tivemos nossos desentendimentos com os caras e que tenho nem um nem dois, mas uns dez palavrões guardados ao Trinca-Ferro (não por conta do serviço, mas das negociações), mas inegável acho que a coisa deu muito certo. Assim, dissemos adeus aos crepes e olá pra roda de samba com petiscos.

Foram 3 meses delirantes e etílicos que culminaram naquela manhã de sábado em que cheguei à Pedra do Sal às 8 e dez da manhã e a encontrei descarregando as coisas do carro enquanto ia me dando o relatório: aqui tão os docinhos, a gente comprou as hortênsias 8 conto na CADEG, aqui tão os papéis, o buquê estragou, a cabelereira tá me esperando, compramos eucaliptos, não aguento mais fazer cataventos, etc etc... 
- Como?! O buquê estragou?? 
- Foi mal olhado essa porra; ela sentenciou. Não dava pra saber se era cansaço, nervosismo ou simplesmente ódio. Resolvi que o melhor era respeitá-la, não fiz mais perguntas e ela tomou o rumo da cabelereira com aquele bundão de passista.

Deixa eu explicar direito como é que funciona esse negócio de Pedra do Sal. A Pedra é, como diz o nome, uma pedra. Ela fica em frente a um largo, uma espécie de pracinha e é nessa pracinha que funciona o bar do casamento, o Botequim Bodega do Sal que é capitaneado pelo André. Lá costuma rolar semanalmente um sambão de raiz, raiz tr00 sabem? O lugar enche pra cacete, a galera canta com a mão no coração e testa a gravidade se pendurando nos muros da vizinhança. Era ali que ia rolar o casamento. Usaríamos o Bodega como base e a rua como salão. Cheguei a mencionar que todo o bairro em que esta dita pracinha se localiza está em obra, parecendo um queijo suíço? Sim, nesta postagem aqui. Mas, olha, isso era o de menos, já tínhamos nos conformado, o drama inesperado pra mim foi chegar e descobrir que.. bróder! a Pedra tava tomada de sujeira do samba que rolara na noite anterior. Neste momento, neste exato momento, me desesperei.

Pra sorte de todos, minhas ajudantes de Papai Noel, Lívia Jácome e Renata Motta, estavam por lá e iniciamos os trabalhos. Eu e Renata vivendo um dia de princesa tristeza empunhando vassouras e catando chapinha do paralelepípedo com as unhas e a Lívia montando os arranjos florais, entre outras decoratividades. Nem os testemunhas de Jeová que passaram ali pararam pra pregar, ficaram com dó, "deixa as meninas". Uma vizinha ofereceu a mangueira. A população curiosa começou a amontoar num WTF?! de cidade pequena. Duas horas preciosas foram gastas na limpeza e por isso dei graças a Deus quando, faltando 20 minutos pro casamento, disseram que 3 padrinhos não tinham chegado ainda. Diogo estava nervoso, repetia que não queria mais casar, que era muito estressante, passava a mão na testa e suava. A Renata trouxe cerveja pra ele e descolou um ventilador. Lá em baixo na rua (estávamos no 2º andar do bar), a Lívia tentava equilibrar os arranjos de flores enquanto uma ventania doida prometia derrubar tudo. Eu tentava colar o painel de cataventos na parede tombada pelo Patrimônio e pensava se era possível meu pé estar mais preto. 
Desceu a maquiadora, entrou na montagem. A irmã do noivo tirou o salto, pôs uma havaiana e foi agitar o que necessitasse, acalmar o povo, meu marido chegou, os padrinhos chegaram... Chegaram todos? 
Foi aí que veio a bomba.

Cês entendem de samba? Então, a Arajany sonhava entrar ao som de uma roda de samba. Diogo é músico, reuniu o povo,essa parte foi tranquila! Mas você pode fazer samba numa caixa de fósforo, pode levar qualquer coisa simples só no vocal, mas não pode fazer uma noiva entrar na roda de samba se você não tem um cavaquinho. O cavaquinho é a harmonia! Já havia se passado quase duas horas e meia do horário marcado pra chegada dos músicos, até São Jorge já tava posicionado menos o cavaquinho. O músico tinha falado com a gente pelo telefone, já tava chegando, jurou, só precisava pegar o instrumento ali na puta que pariu e já vinha. 
Gelei, morri três vezes, mas era o momento de subir a Pedra, ir até o Ateliê Bordado Carioca, onde a Arajany tava se arrumando e propor com cara de enterro: gata, o cavaquinho não vem. Bora casar assim mesmo? 
- Por que você não falou logo?? Eu quero que se foda, me deixa descer, vou casar agora, não quero nem saber!
Assim, levantou a barra do vestido e saiu pela rua toda quebrada rumo a escadaria da Pedra. Lá do alto - porque eu tinha esquecido o rádio transmissor - comecei a sinalizar pra Lívia liberar os padrinhos. Eles entenderam que eu tava dando tchau e passaram a acenar alegremente. A noiva se calçou amparada pela madrinha. A mãe da minha querida amiga faleceu quando ela era menina e a madrinha, essa mãe escolhida pelo destino, entraria com ela. Selecionei as músicas no computador do DJ, tudo do Youtube. Começou a tocar "Pressentimento", Roberta Sá na veia (ouçam!) e ela nem sei como desceu aquelas escadas de saltão, linda! Linda! O buquê de hortências feito à toque de caixa pela sogra. Linda! 

O mundo sempre dará boas vindas aos amantes. 
Celebrado pelo Rafael, meu marido (tadaaaa), o casamento transcorreu com uma leveza e uma beleza que nem sei de onde veio, depois de tanta loucura, desventuras e falta de dinheiro. Quando ela entrou todo mundo aplaudiu, até as pessoas na rua! Parecia final de novela! O Rafa falou umas coisas lindíssimas sobre que mistério é esse do encontro e do amor que vem e acontece? Disse também que através aquela celebração, daquele momento nascido do mistério, Arajany e Diogo nos escolhiam pra que fizéssemos também parte da vida deles, do amor deles. Não sei se consigo explicar a força dessas palavras; era só o que queríamos, fazer parte, ser com eles. 

Dançamos todos a "Dança da cordinha", comemos, bebemos e, obviamente, sambamos - o cara do cavaquinho chegou numa dada hora, nem vi. Arajany em cima dum banco da praça, descalça, dançava delirante e Diogo cantando pra ela. O buquê foi jogado sem hora marcada, por puro furor do momento. Foi simplesmente inacreditável. Tudo podia ter dado errado, entendem? As pessoas diziam que não podia dar certo e foi lá e deu porque eu e ela ralamos pra cacete e porque era pra ser.

No fim, desmontamos tudo e nos despedimos. Não lembro do que falamos uma pra outra, acho que coisas relacionadas a cadeiras e coisas a pagar. O Rafa pegou uns docinhos e eu uma garrafa de espumante que tinha sobrado. Nos duas nos abraçamos e fiquei lá chorando enquanto o carro partia em direção à Zona Portuária. O resto sumiu enquanto esperávamos o ônibus e eu tomava o prosecco no gargalo em frente ao Píer Mauá.



 

Os noivos + Eu e o Rafa: fim de festa, dever cumprido, amizade selada!
Saiu até no Jornal O Dia!! hahahahahaha

FICHA COMPLETA
Vestido: Ateliê Gorete | Véu: Ateliê Gorete + Vou Casar e Panz | Maquiagem: Ju Sales | Sapatos: Sonho dos Pés | Making of: Ateliê Bordado Carioca | Buquê: mãe do noivo | Roupa do Noivo: Saara + Ateliê Gorete | Local da cerimônia e recepção: Botequim Bodega do Sal | Celebrante: Rafael Santana | Decoração: noiva e Vou Casar e Panz | Móveis: Mineirart | Buffet: Trinca-Ferro | Bolo e cupcakes: Doce Sabor | Doces: RR Delícias | Lembrancinhas: Kit ressaca, noiva + Vou Casar e Panz | Convite e papelaria: Vou Casar e Panz (ilustração de Kelly Ratton) | Fotografia: Fabio Moro | Cinegrafia: Flávio Jobim

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Tutorial "véu" de papel (é pra noivinha, é pra casadinha, é pra você, freguesa!)

E aí, vultosas mulheres!?
Taí o que vocês queriam! Finalmente consegui abrir [na base da porrada] uma clareira no tempo-espaço e o tutorial do "véu" de papel saiu. ois é, a gente sabe que um véu de papel não é o que vocês sempre sonharam mas, sério, não é bonitinho?? Dá pra passar o tempo, dar uma espairecida na cabeça e ainda basear outros projetos mais usáveis na vida real feitos de outros materiais ou de papel mesmo (por que non?) como broches, grampos de cabelo... nah! Whatarrel, dá pra usar como véu também! É pra noivinha, é pra casadinha, é pra você freguesa! Senta aí, pega a cola quente e siga o passo-a-passo da ginga.

Só explicando como isso surgiu na minha cabeça, a tiara era, na verdade, o protótipo de uma de tecido que eu tava tentando copiar pro casamento de uma amiga e que dá pra comprar numa loja acessórios fodaaaa, a BHLDN. Mas cê tem aí 200 paus pra comprar uma tiara? Quem tem? Então, né... A necessidade é a mãe da criatividade! 

Já mencionei que amo/sou/como protótipos? Projetos, rascunhos, rabiscos são o tipo de coisa essencial pra gente não se ferrar mais pra frente porque achou na cabeça que super ia dar certo aquilo que imaginou. Sempre bom ter em mente o Fator VDM: o conhecido FATOR VAI DAR MERDA e aí dar uma testada. 

O resultado é esse aí. Espero que as senhoras curtam :)


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