quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dia 25 de outubro de 2010


Rio, 25 de outubro de 2010
diz Vitória Dantas

Choquei!

Não sei bem porque, achei que não fazia muito o seu estilo, sei lá. Tô bem feliz por vcs!
é aquela coisa né, quando é pra ser é pra ser.


Rio, 26 de outubro de 2010.

Ô Vit! Eu sou a maior bichona! Super transo simbolismo e tradições :DD Se eu conhecesse um padre bacana, mas bacana mesmo, não pe. Fábio de Mello, um desses de antigamente que você conta um pecado e ele morre de rir, ou mesmo um que rezasse a missa em latim, essas coisas que não existem mais, eu casava de boa na igreja. Ok, poderia ser um pastor também, um pastor inteligente e tal, anglicano.. só pela beleza do ritual. Infelizmente o negócio agora é o fogo deceno e esses discursos horríveis de que casamento não é facio, que ela vai acordar com o cabelo despenteado e vc tem que tá pronto pra isso como se o cara não tivesse comido a mulher mil vezes e visto os cabelos dela e nas mais escabrosas posições, nunca tivesse visto uma remela, enfim.. As últimas cerimônias que assisti foram detestáveis, negativas, captação de fiéis.
Fosse doutro jeito....

Enfim, o que quero dizer é que acho um lance super bonito. Além do que rituais são importantes pra gente sentir que tá passando de fase na vida; rituais públicos dão esse ar de novo começo com ainda mais força, eu acho.

Por conta do rumo que a minha vida tomou antes do Rafa aparecer, eu nem pensava mais nisso, não pensava mesmo. Eu achava que ia ter, sei lá, mais 5 anos de vida e que ia dar pra geral, que o mundo terminasse em Ladies Club e cerveja 10 centavos. Quando nos conhecemos eu tinha ido parar no hospital porque tava bebendo tanto que começara a perder a sensibilidade nas pontas dos dedos (por causa do diabetes), daí era nossa primeira conversa eu contei isso pra ele às gargalhadas (falsas) e disse que teria de escolher entre a mão e a garrafa. Eu ja tava há dias fazendo essa piadinha babaca pruns amigos: a mão ou a garrafa?? e eles ficavam chocados, penalizados. Rafael respondeu: se você escolher a garrafa, vai ter que beber de canudinho.
Porra, me apaixonei ali.
Nem sei porque to contando isso

Ah sim, o rumo das coisas.. o rumo era esse, mas antes dele, eu sempre assisti Maria do Bairro, Sigo te amando, sou bichona, Shakira é reina, o negócio é só um jogo de luz e sombras, mas, tá lá, eu faço História e me fascino com o modo como as pessoas eram mais ritualizadas, como cada gesto desses era decisivo na vida das pessoas, na relação delas com os vizinhos, com deus. É lindo.
Desculpem, não sei o que me deu

ao que interessa:
É RITMO DE FESTA E DE GLAAMMMMM

Capitão Livão tomou a frente na perpetração da cerimônia etílica e matrimonial, me ajudou a organizar as coisas básicas pro start do lance. Então... o que temos?

1. 70 convidados pruma comemoração com familiares e pessoas mais próximas, coisa e tal
2. Por nossa conta vai correr comida, bolo e espumante (quem quiser colaborar com pão a metro, fandangos, tamos aí)
3. As demais bebidas serão em regime colaborativo com a galere num esquema tipo uma lista de presente, mas uma lista de bebida, nego vai lá, assina na lista a bebida que vai levar e leva, envitando assim engradados de Lokal. que acham??
4. Será numa sexta ou num sábado entre os dias 05 e 10/12 de janeiro (quando a família do Rafael poderá vir de Joinville). O horário tá foda porque depende do cartório, mas to agilizando uns contatos burocráticos pra ser tipo 17h, 18h. Horário de verão, janeiro e a gente vai tudo di di sainha

O QUE NÃO TEMOS!
1. Lugar

(...)
É isso
Sabendo de algo, me contem

2 comentários:

Nova Rota disse...

amei a descrição de como você se apaixonou por ele!!!
quanto ao Pastor Anglicano, conheço um, e as preleções são em inglês, ninguém fala português lá.
é na igreja anglicana que tem em frente ao capo de são bento. é lindo lá e tombado pelo patrimônio histórico. mas tem dias certos.
imagina um casamento em ingles... huahuha

Clementine disse...

Não ia ser luxo?? Sério, super ia. E eu fui batizada numa igreja em frente ao campo de São Bento, acredita? quando eu era branca... pois é... fui batizada em Icaraí, na Igreja da Porciúncula

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